Eu xou totalmente contra ax meninax e meninox que xcrevem axim. Já imaxinaram xe xe subxtituixe todax ax letrax por x e k? É k xeria uma konfuxão total k ninguem xe ia entender excepto ox meninox k xcrevem e falam axim.
Fica uma autêntica confusão, mas lá se tenta perceber. É uma autêntica falta de respeito e educação. Numa mensagem de telemóvel, para poupar caracteres, ainda se pode substituir um "que" por um "k", mas quando substituem um "s" ou tantas outras letras por "x" ou "z", já é demais. Penso que o corrector ortográfico do Word assim como os modos T9 vão passar a ter duas opções para Portugal: Português (correcto) e Português (meninox).
Para os que acham que isto não vai para os trabalhos de escola e derivados, basta procurarem no Google e vão ter grandes surpresas.
Quando esta "gentinha" gerir lojas, vão alterar os seus nomes:
Sport Zone = Xport Xone
Malmequer = Malmeker
Papagaio sem penas = Papagaio xem penax
Cinemas Castello Lopes = Xinemas Caxtelo Lopex
E o que mais assusta é que serão estes "meninos" a geração do futuro. (Já não basta estar mal economicamente, ainda vai ficar pior)
Quem é que nunca ouviu falar num automóvel híbrido? Para quem não sabe, cá vai uma descrição simples: tem diferentes formas de conseguir energia para se mover. A combinação mais frequente é gasolina+electricidade.
Se o Homem já foi à Lua, já tem fotografias de Marte, tem milhentos satélites em órbita... porque é que ainda estamos dependentes do petróleo para termos gasolina/gasóleo nos nossos carros? Se já fomos à Lua, porque é que ainda não temos um carro eléctrico perfeitamente utilizável? Não temos tecnologia para isso? Tretas!
Os grandes construtores automóveis preocuparam-se tanto com o preço do barril de petróleo ter atingido os 150USD e .... fez-se Chocapic... huuu, protótipos eléctricos. Excepto esses protótipos, existem apenas 3 automóveis "meio" amigos do ambiente: Toyota Prius, Honda Civic Hybrid e Honda Insight.
Claro que todas as marcas de A a Z, começando na Alfa-Romeo e terminando na Volvo, passando pelo meio por marcas como Ferrari e Porsche, todas têm os seus protótipos de carros eléctricos, mas o problema é mesmo esse, são PROTÓTIPOS. Porque é que ainda não circulam e acima de tudo porque é que não são acessíveis? A desculpa do costume é o preço das baterias. Serão assim tão caras? Temos reactores nucleares e não conseguimos fazer uma simples bateria barata e ao mesmo tempo eficiente e eficaz?
Para as marcas que têm estes carros QUAAAAAAAAASE em produção, os problemas por resolver são os mesmos: pouca autonomia e velocidades normalmente baixas, na ordem dos 100km/h. Temos um Tesla eléctrico com perfomances dignas de um desportivo e temos um Mercedes com autonomia prevista de 650Kms (com um motor 1.0 eléctrico) e um Chevrolet capaz de recarregar as baterias com um pequeno motor a gasolina (neste caso, terá de ser adaptado para algo mais limpo como por exemplo GPL ou Álcool). Porque não juntar os 3 num e fazer um "TesMercChev" de baixo custo?
Estaremos á espera que o barril de petróleo vá desta vez para os 200USD para começar a se produzir em massa carros com energias alternativas? Não será já a realidade actual suficientemente preocupante? Grandes marcas apontam para que 2010 seja o ano do BOOM dos carros eléctricos. A ver vamos. 2009 está a acabar e nada. Resta esperar....e continuar a abastecer de gasolina enquanto não pudermos ligar o carro á tomada da garagem durante a noite.
Cada vez mais existem trabalhos plagiados, sejam relatórios, músicas, livros... Tudo pode ser plagiado.
Os alunos de uma certa universidade vão passar a entregar os seus trabalhos para serem avaliados para ver se o plagiaram, utilizando um software desenvolvido para o efeito.
Como funciona? Ninguém sabe.
É eficiente e eficaz? Ninguém faz a mínima ideia.
Demora muito tempo? Não se sabe.
Existe o risco de se perderem trabalhos? Não se sabe ao certo...........
Se o software tem uma falha, será lindo. Todos os alunos serão acusados de plágio, chumbam o ano e depois de terem repetido tudo, é que se descobre que havia uma falha, bem à moda portuguesa.
Uma explicação sofre o funcionamento era bem vinda, não para contornar, mas para esclarecer o seu funcionamento.
É a frase que mais se ouve nos balcões de atendimento técnico de lojas que vendem equipamentos electrónicos.
Com garantias de 2 anos, supostamente o produto está salvaguardado contra defeitos.
Mas... há sempre um "mas".
Esse "mas" é o prazo de reparação. 30 dias por lei, para um bem movel. Tudo bem, um mês, que remédio senão esperar. O problema começa quando acabam os 30 dias previstos por lei para as ditas reparações.
Eis que chegamos á loja e apresentamos o talão:
-Já lhe ligaram?
-Não, mas
-Então tem de aguardar o nosso contacto
-Mas
-Posso verificar se já chegou. Aguarde
-Está bem.
-Não. Ainda não chegou. Tem de aguardar.
-Mas já tem 30 dias.
-E? Tem de aguardar
-Mas ao fim dos 30 dias tenho de ter o produto reparado
,,,
E depois disto vem o habitual blabla que temos de esperar e esperar e ... desesperar.
Nada como pedir o livro de reclamações e uma palavrinha ao gerente. Normalmente só o facto de mencionar as palavras "gerente" e "livro de reclamações" costuma ser suficiente para serem garantidos os direitos do consumidor que pode por lei:
-Reaver o total pago pelo artigo
-Obter sem qualquer custo a sua substituição por um artigo de características semelhantes.
Estes direitos são válidos também para uma reparação deficiente. Se o produto vier com o mesmo defeito, os mesmos direitos são válidos.
Mas quantas lojas fazem isto apenas mencionando que os 30 dias já acabaram/ou reparação defeituosa, sem ser necessário chegar a fazer "barulho"? A Fnac e a Radio Popular, por experiencia própria, não. A Vobis no entanto, informa já no acto de envio para reparação que se passarem os 30 dias substituem o equipamento. Menos mal. Seguissem todos este exemplo.
Caso cada vez mais comum, é chegarmos a um lugar e ter o habitual dispensador de senhas com os papelinhos ou os mais modernos já electrónicos, em que escolhemos onde queremos ir e ele “dá” o número.
Nada melhor que uma frase destas para começar uma aula sobre um trabalho para avaliação.
Quem é que nunca afirmou que determinado objecto é de uma cor e outra pessoa afirma que não é?
Eu farto-me de passar por essas situações, pois sou daltónico. Não vejo as coisas a preto e branco mas muitas tonalidades de cores não consigo distinguir o que pode criar situações estranhas e algo chatas.
Quando estou numa loja de roupa e gosto do preço (saldos) e do estilo de uma determinada peça, olho para a cor.... e tanto me parece cor-de-rosa ou azul claro ou alguma tonalidade de cinzento... É um autêntico sofrimento. O que fazer? Verificar que existe alguma referência quanto á cor na etiqueta, perguntar a alguém ou simplesmente desistir da peça. Normalmente acabo por desistir ou então compro em cores que tenho a certeza que reconheço, como amarelo vivo, verde, azul escuro ou tons de castanho (são as cores que mais facilmente consigo distinguir, mas mesmo assim...)
Determinados tons de verde, a mim parecem cinzento assim como alguns cores de rosa me parecem de igual forma cinzentos.
Defeito genético que me foi passado pelos meus pais, embora ambos não tenham este problema. Quanto á minha descendência (quando a tiver) quase de certeza que vão "sair ao pai" com estes problemas de cores, visto que a transmissão de pai para filhos é quase certa enquanto que de mãe para filhos, é um caso raro.
O que muitos acham que é uma deficiência, outros acham piada e ainda há os que demonstram interesse (raros).
Mas não podia ser tudo mau.
Nas grandes guerras foram "usados" daltónicos pelo simples facto dos camuflados do inimigo não passarem despercebidos. Indicada a posição, bastava ao atirador ter boa pontaria.
Quantas vezes já estiveram num lugar e está ao vosso lado uma criança (que de criança apenas tem a aparência) que está a pedir aos pais mais um brinquedo novo? Até aqui tudo bem. Quem é que nunca quis um carro ou uma boneca último modelo quando era criança?
O problema começa com a resposta dos pais: "Não".
CABUUUM!
É o fim do mundo!!! Começa a criança a fazer birra em altos berros e a dizer que quer o brinquedo.
O que faz a grande maioria dos pais? Isso mesmo! "Toma lá".
Quem merece uma palmada? O miudo que sabe que se chorar recebe as coisas dos papás ou os "papás" que dão tudo de mão beijada aos miudos para estes se calarem? Eu voto numa palmada valente nos pais.
É a belíssima edução que os pais dão ás crianças e depois quando as "crianças" têm 14/15 anos (ás vezes mais cedo) os pais já nada podem fazer porque os miudos refilam e protestam contra tudo e contra todos. Depois vêm os pais a defender e a dizer que os tempos são outros.
Já alguém presenciou situações destas? Quem merece a palmada?
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